domingo, 18 de agosto de 2013

Cresce 46% venda de imóveis em São Paulo

Em valores, o volume somou R$ 10,6 bilhões no primeiro semestre, 63% a mais do que no mesmo período do ano passado.

Maquete de um imóvel vendido na planta

Maquete de imóvel à venda: unidades de um dormitório representam aumento de 23% nas vendas acumuladas em 2013, no entanto, residências de dois dormitórios continuam sendo os mais vendidos, com 44% do total.

São Paulo – As vendas de imóveis na cidade de São Paulo passaram de 11.981 unidades no primeiro semestre do ano passado para 17,5 mil nos primeiros seis meses de 2013, um crescimento de 46%.
Segundo o balanço, o destaque foi para o aumento de 330% nas vendas de imóveis de um dormitório. O total passou de 964 unidades de janeiro a julho de 2012 para 4.147 em igual período deste ano. Com isso, as unidades de um dormitório representam aumento de 23% nas vendas acumuladas em 2013 contra 8% em 2012.
Entretanto, os imóveis de dois dormitórios continuam sendo os mais vendidos, com 44% do total, chegando a 7.753 unidades no primeiro semestre.
Os lançamentos aumentaram 51%, com 13.983 unidades novas ante as 9.224 registradas no primeiro semestre do ano passado. O segmento de dois dormitórios liderou, com 5.732 unidades, 41% a mais do que nos seis primeiros meses do ano passado. Já o segmento de um dormitório teve elevação de 377% nos lançamentos, passando de 747 unidades no primeiro semestre de 2012 para 3.565 no mesmo período de 2013.
O balanço mostra também que o volume de crédito imobiliário concedido por meio do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) somou R$ 49,6 bilhões, 34% a mais do que valor de janeiro a junho de 2012, quando o crédito chegou a R$ 37 bilhões.
Esse montante representou 244,7 unidades financiadas no primeiro semestre contra as 214,3 contratadas em igual período do ano passado, correspondendo a uma alta de 14%.

Fonte Exame

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Alphaville vai lançar loteamentos econômicos para classe C

Prédios de alto padrão em construção no bairro do Morumbi, São Paulo
Prédios em construção em São Paulo: Gafisa teve prejuízo de 14,14 milhões de reais no segundo trimestre do ano.

São Paulo - Depois de crescer em média 34 por cento ao ano desde que foi comprada pela Gafisa em 2006, a Alphaville mira a classe C para manter o forte ritmo de expansão, afirmou o diretor-superintendente da empresa.
Agora, às vésperas de passar da Gafisa para as mãos dos fundos de private equity Pátria Investimentos e Blackstone, que deve ocorrer em setembro, a Alphaville se prepara para lançar dois loteamentos econômicos de cerca de 30 milhões de reais cada até o primeiro semestre de 2014, um no Vale do Paraíba (SP) e outro no entorno de Brasília, informou o executivo.
Ainda sem uma marca definida, os empreendimentos vão oferecer terrenos de cerca de 40 mil reais em bairros planejados "com mais qualidade de vida", disse Marcelo Willer, que assumirá como presidente da Alphaville quando a compra do controle da empresa for finalizada.
"O potencial do produto é ser maior que (a marca) Alphaville", afirmou o executivo, acrescentando que os projetos que levam o nome da empresa, voltados à classe A e com terrenos de cerca de 500 metros quadrados, são lançados dois a quatro anos após a empresa encontrar áreas ideais e "esgotam aquele mercado depois disso".
A empresa aposta na baixa renda num momento em que grandes construtoras e incorporadoras reestruturam seus negócios, após terem investido pesado no segmento durante o boom imobiliário, e agora sofrem com o cancelamento de contratos e com a revisão de custos em cidades onde não tinham histórico de atuação.
A própria Gafisa, que manterá uma participação de 30 por cento na Alphaville, interrompeu os lançamentos da divisão econômica Tenda em 2012 para arrumar a casa, tendo voltado a fazê-lo apenas este ano --e em intensidade muito menor.
Na semana passada, a empresa anunciou prejuízo de 14,14 milhões de reais no segundo trimestre, ante lucro de 1,05 milhão um ano antes. No período, os lançamentos da Tenda representaram apenas 7 por cento do total.
Fonte: Thomson Reuters

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Ao vender um imóvel por R$ 400 mil, devo recolher IR?

Internauta questiona se, ao vender imóvel declarado por R$ 90 mil a uma quantia de R$ 400 mil, ele deve pagar imposto de renda sobre a diferença.

Casa nova - imóvel
Isenção de imposto de renda sobre o ganho de capital na venda de imóveis tem algumas restrições.

Dúvida do internauta: Recebi um imóvel por doação, com usufruto para a minha avó, e cujo valor declarado é de 90 mil reais. Após o falecimento dela, caso eu o venda por 400 mil reais, eu devo recolher imposto sobre ganho de capital? Sobre que valor?
Primeiramente, gostaria de esclarecer que, ainda que sua avó tenha o direito de usufruir do imóvel, o proprietário do referido bem é você – você é o nu-proprietário do imóvel. Após o encerramento dos direitos de usufruto, você poderá vender o bem, sujeitando-se às mesmas regras de venda de um imóvel e apuração do lucro e imposto incidente.
Nesse sentido, caso a venda seja feita por valor igual ou inferior a 440 mil reais, ela poderá ser isenta de IR se você cumprir os seguintes requisitos: não possuir outro imóvel (comercial ou residencial); e não ter efetuado, nos últimos cinco anos, outra alienação a qualquer título (doação, venda, dação em pagamento, etc.), seja essa operação tributada ou não.
Vale ressaltar que a isenção aplica-se aos imóveis possuídos em condomínio ou comunhão, aplicando-se o limite (440 mil reais) a cada um dos condôminos, coproprietários, companheiros etc.
*Rodrigo Paixão é coordenador de Imposto de Renda de Pessoa Física na H&R Block Brasil. A H&R Block é líder mundial no preparo de declaração de Imposto de Renda, com atuação nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Índia e Brasil.
Fonte: Exame

FGTS pode amortizar financiamento de imóvel já iniciado?

Internauta quer saber se pode vender imóvel depois de contratar financiamento para comprar outro e ainda assim usar FGTS.

Prédios em São Paulo
Prédios em São Paulo: FGTS pode ser usado para amortizar financiamento já iniciado

Dúvida do internauta: Tenho um apartamento quitado, em meu nome, mas vou vendê-lo para minha filha, que é maior de idade. Pretendo usar meu FGTS na aquisição de uma nova casa, a ser financiada. Pergunto: posso vender meu apartamento depois que eu assinar o contrato de financiamento da nova casa, e depois de alguns meses do financiamento em vigência, usar o FGTS para amortizar a dívida ou reduzir as parcelas? Evidentemente apenas depois de tirar o outro apartamento do meu nome.
Resposta de Marcelo Prata*:
Sim, você pode. As regras para utilização do FGTS consideram a situação do mutuário no momento da sua utilização. A questão é que a venda do apartamento para sua filha deve ser realizada mediante registro no Cartório de Registro de Imóveis, pois isso formaliza juridicamente a transferência da propriedade.
*Marcelo Prata é presidente da Associação Brasileira dos Correspondentes de Empréstimo e Financiamento Imobiliário (Abracefi).

Fonte: Exame

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Haddad diz que IPTU sobe, mas tenta minimizar impacto

O prefeito de São Paulo afirmou que o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) vai aumentar no ano que vem

Imóveis: prédios no centro de São Paulo
O prefeito considera o anúncio de investimentos para São Paulo, que será feito hoje pela presidente Dilma Rousseff, um "acordo de paz"

São Paulo - O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou nesta terça-feira, 30, que o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) vai aumentar no ano que vem, mas que tentará minimizar o reajuste.
Ele falou em evento realizado pelo jornal Folha de S.Paulo, no Teatro da PUC, na zona oeste da capital. "O reajuste é uma obrigação legal regulamentada pela Câmara, mas vamos evitar uma majoração que comprometa os moradores. Da receita do IPTU, 60% já estão comprometidos com educação e saúde. A Justiça tributária é aquilo que o cidadão considera razoável", disse.
O prefeito considera o anúncio de investimentos para São Paulo, que será feito hoje pela presidente Dilma Rousseff, um "acordo de paz" da cidade com o governo federal e disse que a falta de projetos de parcerias prejudicou a capital paulista nos últimos anos.
"Amanhã (esta quarta-feira), São Paulo vai fazer as pazes com o governo federal, com o anúncio dos primeiros investimentos. São Paulo não apresentou um plano, como fez o Rio, e os investimentos foram adiados inexplicavelmente", disse.
Haddad, no entanto, negou que a queda nos investimentos esteja relacionada a divergências partidárias. "Não existe destinação de recurso sem projetos, tem de haver o pedido. Há dinheiro do governo federal em empreendimentos do governo estadual, como o Rodoanel e o monotrilho."
Ao falar sobre transporte urbano, o prefeito admitiu que pode testar temporariamente a ampliação do rodízio de veículos, como o Estado adiantou em maio. Com base em estudo da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) que mostra que incluir novas vias poderia aliviar os congestionamentos em 20%, Haddad cogitou expandir o rodízio de forma experimental.
Fonte: Exame

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Vendas pendentes de casas nos EUA recuam em junho por taxas

A Associação Nacional de Corretores informou que o Índice de Vendas Pendentes, baseado nos contratos firmados no mês anterior, caiu 0,4%, para 110,9.

Imobiliário
Imóveis: taxas hipotecárias fixas de 30 anos subiram cerca de 1% desde o início de maio devido às expectativas de que o banco central norte-americano pode começar a reduzir seu programa de estímulo
Washington - Os contratos para comprar moradias usadas dos Estados Unidos caíram em junho, recuando da máxima em mais de seis anos atingida no mês anterior, sugerindo que a alta nas taxas hipotecárias estão começando a prejudicar as vendas de moradias.
Economistas consultados pela Reuters esperavam que os contratos assinados, que se tornam vendas após um mês ou dois, caíssem 1,0 por cento. Em comparação com o ano passado, a quantidade de contratos aumentou 10,9 por cento.
"As taxas de juros hipotecárias começaram a subir em maio, tirando um pouco do ímpeto da atividade em junho", disse o economista-chefe da NAR, Lawrence Yun.
As taxas hipotecárias fixas de 30 anos subiram cerca de um ponto percentual desde o início de maio devido às expectativas de que o banco central norte-americano pode começar a reduzir seu programa de estímulo já em setembro.
Fonte: Exame